“Segui a paz com todos e a santificação, e a santificação, sem qual ninguém verá o Senhor” (Hb. 12.14).
O clássico “Holiness: Its Nature, Hindrances, Difficulties and Roots”, escrito pelo bispo anglicano John Charles Ryle (1816-1900), foi publicado em 1879, mas nunca foi tão atual. Os padrões de santidade pessoal nunca foram tão baixos como hoje, a Igreja nunca foi tão compactuante com o mundo como agora, portanto, urge um clamor por santidade, e o livro do bispo Ryle é esse clamor. A cada dia uma nova moda surge; um novo modelo de igreja (para surfistas, para gays, para roqueiros, para a elite), cada um desses modelos se defende dizendo que é uma contextualização do evangelho, e que os modelos antigos já não fazem mais efeito. Nessa “contextualização” se vai doutrinas capitais do cristianismo histórico, e o comportamento que antes era o padrão dos cristãos, é visto e denunciado como retrógrado, ou fanático. O correto para muitos é andar ao sabor do tempo, cumprindo as regras da sociedade vigente.
Mas, quando olhamos as Escrituras notamos que quem anda segundo o curso do mundo são os sem Cristo (Ef. 2.1-3); que ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus (1Jo. 2.15-17), e que a vida do cristão deve ser caracterizada por ele não ser do mundo (Jo. 17.14), e essa separação do mundo pregada pela Bíblia chama-se santidade, condição sem a qual ninguém verá o Senhor.
Livro Santidade – sem a qual ninguém verá o Senhor
Por entender a necessidade do tema para o cristão, a Editora Aliança oferece a você esse manual de estudos para Escola Dominical baseado no clássico livro de Ryle. Agradecemos a Editora Fiel por nos ceder os direitos de usar o texto, e esperamos que esta revista seja uma renovação em sua vida, e em sua igreja.Adquira nossa revista para Escola dominical, leve o clássico de Ryle para sua igreja e seja ricamente abençoado com seu estudo, são 17 lições (no minimo um quadrimestre) que vão enriquecer seus os alunos. Enviamos para todo Brasil.
Com certeza haverá algumas outras excelentes “razões” para ler mais livros mas destacamos as que nos parecem mais interessantes e relevantes. Apenas uma opinião.
Reduz o stress – Se estiver a ler uma excelente livro ou a assistir a um bom filme não terá de se lembrar dos seus “problemas” durante esse tempo.
Conhecimento – Pode aprender ao ler.
Melhora a memória – Quando se está a ler terá que memorizar os personagens, a sua motivação, lugares, etc. Ajuda assim a memorizar mais facilmente as outras coisas na vida.
Mais sobre o que falar – Vai ter mais em comum para falar com outras pessoas.
Melhora a imaginação – Estudos mostram que ler livros de fantasia e de ficção ciêntifica melhoram a imaginação das pessoas.
Habilidades verbais melhor – Quem lê pode expressar-se mais facilmente.
Melhora a habilidade da escrita – A maioria dos escritores famosos leram centenas de livros antes de começar a escrever o seu próprio.
Vocabulário – Durante a leitura poderá adicionar dezenas de palavras ao seu vocabulário.
Entretenimento – Além de todos os efeitos positivos da leitura é também uma grande diversão!
Dia 31 de outubro de 1517 comemoramos aquilo que se tornou a data de aniversário da Reforma Protestante. Nesse dia, Martinho Lutero afixou aquilo que ficou conhecido como as 95 teses contra a venda de indulgências.
Muitas coisas podem ser ditas acerca desse evento que foi tão importante para a Igreja de Cristo. Mas por quê?
Há quinhentos anos, um jovem monge alemão saiu de seu monastério e foi caminhando, pelo vilarejo de Wittenberg, até a igreja do castelo. A porta da igreja funcionava como uma espécie de mural público. Ali, o monge afixou um cartaz com 95 declarações – ou teses. Seu nome era Martinho Lutero (1483-546).
As 95 teses representaram um convite para o debate público. Era a versão do século XVI de um blog provocador, convidando para uma discussão na rede.
A provocação foi entre o frade dominicano Johann Tetzel (1465-1519) e o amigo próximo e colega de Lutero, Philip Melanchthon (1497-1560), que descreveu Tetzel como “um bajulador muito audaz”. “Um chato atrevido”, assim poderíamos dizer nos dias de hoje. À época, a maioria das pessoas acreditava em purgatório, um lugar de tormento para onde as pessoas iam depois da morte, a fim de purgar seus pecados antes de sua promoção para o céu. Tetzel vendia indulgências –promessas que vinham do papa no sentido de diminuir o tempo de purgatório. “Assim que a moeda cai no cofre, sobe a alma do purgatório”, esse era o refrão da propaganda. As 95 teses de Lutero protestavam contra essas indulgências e contra a preocupação exagerada da igreja em relação à riqueza. Não foi uma série de declarações especialmente radicais, certamente não para os padrões de pensamento que, mais tarde, Lutero viria a demonstrar.
Elas não indagavam acerca da existência do purgatório, nem sobre o valor limitado das indulgências. Mas atingiram a igreja onde ela se encontrava mais vulnerável: no bolso.
O arcebispo local fez uma queixa ao papa. Mas tal oposição tornou Lutero ainda mais resoluto. Começou a atacar a infalibilidade do papa. Lutero queimou a bula papal que o ameaçava de excomunhão. O imperador Carlos V conclamou uma conferência na cidade de Worms. Os amigos de Lutero o defenderam habilmente, mas o imperador, por fim, chamou Lutero para participar pessoalmente, com a promessa de proteção. Ali estava Lutero, com todo o sistema da igreja a postos contra ele. Lutero, então, disse:
“Pela misericórdia de Deus, peço a vossa Majestade Imperial e vossos Ilustres Senhores, ou a qualquer um que tenha representatividade, que testifiquem e refutem meus erros, contradizendo-os com o Antigo e o Novo Testamentos. Estou pronto, se for melhor instruído, a me retratar de qualquer erro, e serei o primeiro a atirar meus escritos na fogueira.”
E o advogado imperial respondeu em tom de reprovação:
“Tua resposta não vem ao caso. Não deverá haver questionamento das coisas que os Concílios da Igreja já tenham condenado e sobre as quais as decisões já tenham sido tomadas […] Dá-nos uma resposta clara a esta questão: Estás preparado a te retratar ou não?”
Lutero, então, respondeu:
“Vossa Majestade Imperial e os Senhores Lordes exigem uma resposta simples. Aqui está ela, clara e direta. A não ser que, pelas Escrituras, eu esteja convicto do erro […] e que minha consciência esteja cativa pela Palavra de Deus: não posso e não vou me retratar de nada, pois fazer isso contra a nossa consciência não é seguro nem é uma opção para nós. A esse respeito, tomo minha firme posição. Não posso fazer de outra forma. Ajudai-me, Deus. Amém.”
As ideias de Lutero se espalharam por toda a Europa, impulsionadas pela imprensa recém-inventada. Em muitos lugares, essas ideias encontraram ouvintes bem-dispostos. A evidente corrupção da Igreja Católica despertara em muitos o anseio por mudanças, e um renovado interesse pelo antigo conhecimento, associado à Renascença, conduziu a uma redescoberta das Escrituras.
Por que a Reforma ainda é Importante?
O texto acima é a introdução do livro de Michael Reeves e Tim Chester.
A Reforma sempre teve a intenção de ser um projeto contínuo. Neste livro, os autores Michael Reeves e Tim Chester respondem 11 questões vitais levantadas pelos reformadores – questões que permanecem de importância crucial para a vida da igreja e dos cristãos nos dias de hoje. Conheça e adquira aqui o livro
Quem foi Martinho Lutero
O Impacto da Reforma nas Artes, Educação, Literatura e Política
Em seu workshop na Conferência Fiel Pastores e Líderes 2017, o Pastor Franklin Ferreira nos mostra alguns importantes impactos da Reforma Protestante em diferentes esferas sociais.
Antes da Reforma, o mundo era visto como algo mal, do qual deveríamos nos afastar. Após a Reforma Protestante, entendeu-se que o chamado do cristão é para influenciar o presente século, a criação de Deus, com a cosmovisão cristã. Como disse Calvino, “A Criação é o Teatro da Glória de Deus”. O ser humano, agora é libertado para adorar a Deus no mundo.
Entenda melhor essa questão e veja alguns exemplos com o workshop de Franklin Ferreira:
Conheça os títulos da Editora Fiel disponíveis em nosso site clicando aqui.
A edição 2019 do Prêmio de Literatura Areté aconteceu na noite de 1° de agosto, no Salão da Câmara Municipal de São Paulo. A tradicional solenidade promovida pela Associação de Editores Cristãos (Asec) reconhece, enaltece e premia a excelência em literatura cristã do país.
A escolha dos melhores textos e trabalhos é feita através de uma qualificada e criteriosa comissão, a fim de valorizar as produções que se destacam.
A SOLENIDADE
A abertura do evento foi realizada pela Banda da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, que abrilhantou a cerimônia tocando músicas populares nacionais e internacionais, bem como o Hino Nacional.
O evento contou com a presença de diversas personalidades do mundo evangélico. Entre elas, compondo a mesa, estavam: o presidente da Asec, Emílio Fernandes Junior, da Editora Folego; Selmi Susy Aquino, da editora Mundo Cristão; Elton Batista Melo da Editora Batista Independente (EBI); Emerson da Silva, da editora Luz e Vida; Maria Fernanda Vigon, da editora Geográfica; Gilberto Celeti da Aliança Pró Evangelização das Crianças (Apec); Jefferson Freitas da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) e Juan Carlos Martinez, da editora Hagnos.
A palavra de abertura foi dada pela vereadora Patrícia Bezerra, que apoiou e viabilizou a realização do evento na Câmara Municipal de São Paulo. Em sua palavra inicial, Emílio Fernandes, presidente da Asec, frisou a inovação que vem ocorrendo no mercado evangélico ao incluir obras em diversas mídias. Cada vez mais aprimoradas e com alto nível de qualidade. Novas categorias de premiação têm surgido de acordo com a própria evolução do mercado de livros e obras evangélicas.
A personalidade literária do ano de 2019, foi Nelson Vido, da Geográfica Editora, que recebeu homenagem junto da família.
O evento também contou com a presença do Coral masculino “Cantores da Liberdade”, da Igreja Batista da Liberdade, que entoou diversos hinos tradicionais.
O PRÊMIO
Areté, do grego, significa excelência. O Prêmio Areté já contemplou mais de 1000 obras ao longo de seus 25 anos de existência, contando atualmente com 33 categorias de premiação.
RECONHECIMENTO
Nas categorias especiais, avaliados pela equipe da Faculdade de Belas Artes de São Paulo, os vencedores foram:
Capa: Deus no banco dos réus – Editora Thomas Nelson Ilustração: O Jardim, a cortina e a cruz – Sociedade Bíblica do Brasil Projeto gráfico do ano: Sabedoria viva – Editora Hagnos Livro do Ano: Minhas últimas palavras de Billy Graham – Editora Vida
[A Editora Ultimato também esteve em São Paulo para participar e receber o Prêmio Areté 2019]
O Secretário de Esportes, Carlos Alberto Bezerra Junior, deu uma relevante palavra cumprimentando os presentes. Registrou a importância do legado deixado pelos livros divulgados pelas diversas editoras e a relevância desta missão: “O trabalho aqui realizado é pouco reconhecido e apoiado, sendo feito por heróis que se superaram a fim de produzir um legado espiritual que tem alcançado gerações”, declarou.
Ao encerrar seu discurso afirmou que “a legitimidade e a visibilidade merecidas (pelo trabalho dos Editores Cristãos) são dadas aqui, na Casa do Povo (Câmara de Municipal), onde as decisões são tomadas”.
Sobre a ASEC Fundada em 20 de junho de 1988, a Associação de Editores Cristãos (ASEC) é uma organização sem fins lucrativos, que se dedica 100% ao segmento editorial cristão. Nessas três décadas de história, a ASEC tem buscado difundir a importância da literatura cristã na formação dos leitores brasileiros.
Além disso, tem colocado em evidência as iniciativas culturais para a difusão do livro e fomentado e apoiado esse segmento, configurando-se como uma organização que hoje é referência nesse âmbito. Como missão, a ASEC busca servir aos associados, fortalecendo-os e capacitando-os a fim de ampliar o mercado editorial cristão, para que a literatura seja instrumento de transformação da sociedade.
Serviço O que: Prêmio Areté 2019 Quando: 1 de agosto de 2019, às 19h Onde: Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista.
Teólogo brilhante e escritor prolífico, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes tem exercido um ministério extremamente abençoador no âmbito da igreja evangélica brasileira, atuando nas áreas da pregação expositiva da Palavra de Deus, do correto ensino da sã doutrina e da produção recorrente de uma bibliografia teológica sumamente rica em fecundas instruções para o povo de Deus. Nos últimos tempos, o reverendo Augustus Nicodemus tem se dedicado a escrever comentários de vários livros das Escrituras Sagradas, já tendo vindo a lume, escritos sobre o livro de Malaquias e sobre Gálatas, Colossenses e, mais recentemente, sobre a epístola de Paulo aos Romanos.
O admirável comentário do aludido pastor acerca da epístola de Paulo aos Romanos intitula-se O Poder de Deus Para a Salvação e se fixa nos primeiros sete capítulos dessa extraordinária porção das Sagradas Escrituras. Na carta aos Romanos encontramos, com singular beleza, o registro de algumas das mais gloriosas doutrinas da graça do evangelho do nosso amado e bendito Salvador e Senhor Jesus Cristo.
O comentário do reverendo Augustus Nicodemus apresenta inúmeras virtudes, sendo, a meu ver, a principal delas, a clareza da linguagem em que se consubstancia toda a sua exposição. O livro, em face dessa importante marca estilística e composicional de que se reveste, é útil tanto para um seminarista já mais amadurecido no convívio com a Palavra de Deus quanto para o crente que frequenta o dia-a-dia da igreja em sua realidade doméstica.
Por esse patamar, o livro do reverendo Augustus Nicodemus logra consorciar profundidade com simplicidade, sem turvar as águas da sua abordagem com os afugentadores componentes da aridez terminológica e do hermetismo linguístico. Em suma: o autor escreve para ser compreendido, sobretudo, porque este comentário resultou de uma série de pregações que o aludido pastor tem realizado sobre essa magnífica epístola do apóstolo Paulo chamada por muitos estudiosos, de “a catedral da doutrina cristã”.
Outro aspecto extremamente importante do referido comentário radica no fato de que ele busca o tempo todo, uma abordagem concreta do texto apreciado, promovendo um cerrado corpo a corpo com os capítulos estudados, no desiderato maior e indesviável de captar a intenção original do autor primário do texto: o Espírito Santo de Deus, que estava sobre Paulo e em Paulo, supervisionando todo o ato/processo de registro da Revelação escrita e especial de Deus. Aqui reside um ponto fundamental da pregação expositiva: ela se submete, sem reservas, à autoridade do texto bíblico e, ato contínuo, refreia o mais possível, as interferências do pregador, uma tentação a que sempre estão expostos todos os que têm sobre os seus ombros o fascínio e a responsabilidade de transmitir a Palavra de Deus; e anelam fazê-lo com fidelidade.
Por fim, ganha relevo o fato de que o comentário de cada porção da carta aos Romanos vem sempre acompanhado de pertinentes aplicações às nossas vidas, de modo a fazer com que busquemos apreender a Palavra de Deus de forma prática, amoldando-nos, no poder do Santo Espírito de Deus e pela mediação de Jesus Cristo, às suas santas demandas para as nossas vidas.
Que o Senhor nosso Deus continue revestindo o seu servo com a sua graça, sabedoria e poder do seu Espírito Santo, a fim de que ele prossiga ensinando e pregando a Palavra de Deus de maneira absolutamente fiel, com a finalidade precípua de glorificar o Senhor e edificar a igreja que ele comprou com o sangue do seu amado Filho, por intermédio do leite não falsificado da inerrante, inspirada e infalível Palavra de Deus. SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER.
JOSÉ MÁRIO DA SILVA
PRESBÍTERO
Para adquirir seu exemplar do livro “O Poder de Deus para a Salvação”, do autor Rev. Augustus Nicodemus, clique aqui.